A capacidade calorífica quantifica a energia necessária para elevar em 1 K a temperatura de um sistema. Depende das condições impostas durante o processo:
Como a pressão constante o sistema também realiza trabalho \((-PdV)\), parte do calor fornecido não é armazenada como energia interna. Por isso \(C_P > C_V\) sempre.
O calor específico molar normaliza a capacidade calorífica pelo número de mols \(n\), tornando-a uma propriedade intensiva — independente da quantidade de substância:
Para um gás ideal, a energia interna depende apenas de \(T\): \( U = \tfrac{3}{2}nRT \). Aplicando a definição de \(C_V\):
\(R = 8{,}314\;\text{J mol}^{-1}\text{K}^{-1}\) — constante universal dos gases.
Mostre que, num processo isocórico, a variação de energia interna é \(\Delta U = \int C_V\,dT\), e use isso para calcular \(\Delta U\) de \(n\) mols de gás ideal aquecidos de \(T_1\) a \(T_2\).